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A composição nominal de referência para a Prata Alemã é 80% de cobre, 15% de zinco e 5% de níquel, em massa. Ela orienta a distribuição proporcional no cálculo, mas não certifica identidade, origem, especificação nem desempenho de um material real.
O estudo do NPS sobre a história da prata alemã registra o “paktong”, metal branco chinês de cobre e níquel, na Inglaterra do século XVII e a produção europeia no XIX. “German silver” (“prata alemã”) foi substituído por “nickel silver”, nome inglês da família Cu–Zn–Ni, que não contém prata. O guia técnico da CDA registra a designação C75200 em bijuteria; o guia oficial de materiais para joalheria, uso joalheiro por artífices indígenas. Prata Alemã e Alpaca integram a mesma família, mas não são composições universalmente idênticas.
O estudo “Metais na América”, do NPS confirma a família variável; 80/15/5 é referência e não equivale ao C75200.
Processos de alta temperatura com zinco podem gerar fumos de óxido de zinco, conforme contextualizado por CDC/NIOSH — febre dos fumos metálicos. A fórmula não fornece instruções de processo nem controle de exposição.
O teor nominal não determina a liberação de níquel no artigo acabado. O EUR-Lex — REACH, Anexo XVII oferece contexto europeu, não como legislação brasileira, e não permite inferir conformidade sem ensaio.
O cálculo apenas distribui massas nominais. Ele não compensa teor real, elementos residuais, perdas, oxidação, sucata, materiais reciclados ou processo; também não garante cor, dureza, fundibilidade ou adequação a uma finalidade específica.